terça-feira, 13 de julho de 2021

Canais de Distribuição

 

Quando você adquire um seguro, materialmente você tem apenas um papel com um contrato te garantindo que, caso algo previsto ali aconteça, a seguradora irá lhe indenizar, recompondo o patrimônio, amparando gastos súbitos e imprevistos reparando ou uma perda.

Uma das maneiras de aumentar esta credibilidade é ter um corretor de seguros envolvido, que além de trazer toda a consultoria na busca e oferta dos produtos mais adequados à necessidade do cliente, trata-se de um elo entre o consumidor e a seguradora, alguém mais próximo ao segurado e que vai defender os seus direitos.

Outra maneira de trazer mais segurança é utilizar o mercado financeiro, que também tem um corretor (na maioria das vezes, do próprio grupo) que vai brigar pelos seus direitos, mas o gerente ou o assessor financeiro que lhe fez a oferta é alguém também mais próximo e que, pela representatividade daquela instituição perante a seguradora, também vai auxiliar o cliente na busca do cumprimento dos seus direitos. Podemos ver exemplos nas parcerias entre Nubank e Chubb para distribuição de seguro de vida, entre a XP e a corretora Diamante também para distribuição de seguro de vida, entre a Genial Investimentos e as seguradoras Icatu, Prudential, MetLife, MAG e Omint em seguro de vida e previdência, entre o Banco Inter e a Sompo para seguro habitacional e entre o Banco Inter e a Qualicorp para seguro saúde.

Estes dois meios de distribuição possuem frequentemente algumas discussões e rusgas. A mais recente deriva desta última parceira acima citada, onde em uma peça de marketing do Banco Inter havia uma infeliz menção depreciativa do corretor (tanto que os vídeos foram excluídos de todas as mídias sociais).

Uma nova maneira de ampliar os canais de distribuição e ainda trazer a mesma confiança ao segurado é relacionar o seguro a uma marca, plataforma ou produto já reconhecido pelo cliente. É o caso por exemplo da parceira da Aiqfome com a MDS e a Argo, onde a maior plataforma de delivery online do interior do Brasil distribui seguro empresarial à sua rede de restaurantes.

Neste nicho, a expectativa é extremamente promissora, pois a distribuição passa a ser mais intuitiva e massificada, principalmente tendo em vista um mercado que participa apenas 3,6% do PIB (contra uma participação no Reino Unido, por exemplo, de 9,6%) e com uma penetração muito baixa em nossa população (apenas 19% possuem seguro de vida e apenas 25% da frota é segurada, por exemplo).

E potencializando ainda mais esta oportunidade, temos novas insurtechs (como por exemplo a 88i) surgindo com ofertas diferenciadas de produtos e modelos de negócio já prontos para serem "ligadas" aos e-commerces, APPs e outras plataformas de negócio. 

Olhando para este potencial já acontecendo no primeiro mundo, temos esta excelente matéria (de onde tirei a imagem deste post), publicada por Simon Torrance e que recomendo a leitura, falando de um mercado potencial de "apenas" US$ 3 trilhões. Seria promissor o suficiente pra você ?

O que mais me agrada nesta oportunidade é que ela amplia o leque de ofertas, saindo do conceito de "rouba montes" na disputa entre bancos/financeiras e corretores e amplia o prisma para todo um mercado ainda nada atendido, distribuindo de maneira mais intuitiva e abrangente, seja viabilizando o microsseguro ou por no mínimo ampliar o conhecimento e a atenção necessária para o tema de proteção.

Ninguém sonha por pagar seguro, mas todos desejam estar protegidos. É isso que nosso mercado pode oferecer.

Venha participar do nosso Mundo Mais Seguro, deixando abaixo seus comentários e contribuições.

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Garantia

Em 2020, o governo federal contratou mais de R$ 54,8 bilhões. Destes, em R$ 29,7 bilhões houve dispensa ou inexigibilidade de licitação (% elevado esperado, principalmente em um ano de pandemia) e  nos outros R$ 25 bilhões, a contratação se deu em 95% por pregão.

Normalmente, para participar destes pregões, o governo exige uma garantia de capacidade e o vencedor normalmente precisa apresentar complementarmente uma outra garantia de fornecimento / execução da obra.

Tanto para uma quanto para a outra garantia, dependendo da permissão do licitante, o participante normalmente recorre a uma fiança bancária ou a um seguro garantia.

A fiança normalmente é preferida pelo licitante pois a execução é mais rápida. Para o fornecedor, ela é mais onerosa, pelo custo em si e por tomar risco de crédito, mas não gera risco do banco acionar o fornecedor. O seguro, por outro lado, é melhor para o fornecedor (tomador do seguro), principalmente pelo custo e por não tomar risco de crédito, mas em caso de não execução, a seguradora pode acionar o tomador para recuperar suas perdas.

Em seguros, as garantias usuais são o seguro de Bid Bond para a participação e de Performance Bond para o vencedor, que vai garantir a entrega de um projeto através de uma seguradora, seja ela assumindo a execução por um terceiro ou seja pelo pagamento da importância segurada para que novo projeto seja contratado pelo segurado.

O novo marco regulatório das licitações aumentou o limite de garantia permitido por seguro garantia de até 10% para até 30% do valor do contrato (em obras vultosas) e permitiu de forma mais clara estas duas alternativas às seguradoras, seja retomar a obra ou indenizar a não execução.

O ano de 2021 começou ainda mais movimentado neste sentido, face o início da sequência de leilões de aeroportos, portos e ferrovias.

E ainda precisamos levar em consideração a maior flexibilização que vem sendo dada pelo regulador de seguros, que concede maior liberdade contratual para seguros vultosos, como são neste caso.

Assim, mais uma vez, temos novas regulações ampliando o leque de oportunidades para o mercado segurador em um ambiente amplamente favorável. O que já era promissor, se torna ainda mais real e fecundo.

Por fim, cabe ainda dizer que o mercado de seguro garantia não se restringe apenas ao setor público e suas licitações. Temos um mercado enorme de seguros financeiros, como a fiança locatícia, as garantias ao setor privado e os seguros de crédito, os quais abordei em meu post anterior.

As principais, mas não únicas, seguradoras hoje no nosso mercado são Pottencial, Mapfre, Fairfax, Fator e Ezze. 

Tem alguma dúvida, sugestão de tema a ser abordado, críticas ? Deixe abaixo nos comentários.

Abaixo matérias que utilizei como apoio.

https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/marco-regulatorio-de-licitacoes-publicas-vesus-seguro-garantia-07012021

https://www.sonhoseguro.com.br/2021/04/leiloes-do-governo-movimentam-vendas-de-seguro-garantia/?utm_campaign=onesignal&utm_medium=web&utm_source=push-notification

https://www.revistaapolice.com.br/2021/05/a-nova-lei-de-licitacoes-e-o-seguro-garantia-para-grandes-projetos/

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Crédito


Olá meus amigos, bem vindos ao nosso Mundo Mais Seguro.

Um dos principais ativos de uma empresa são os seus recebíveis. Mas se um cliente deixa de efetuar o pagamento, dependendo do volume desse atraso ou inadimplência, a rentabilidade do negócio pode ser seriamente impactada. Trata-se assim do ativo mais valioso e também mais vulnerável do seu balanço.

Você sabia que existe um seguro para repor esta perda? 

Se você vende para pessoa jurídica, o Seguro de Crédito auxilia na gestão e protege o fluxo de caixa do seu negócio contra o risco de inadimplência ou atrasos das vendas de produtos e serviços realizados a prazo. Além disso, reduz as atuais despesas jurídicas e de cobrança e funciona também como ferramenta de planejamento comercial e financeiro.

Vamos entender cada um destes pontos:

Gestão de crédito:
A seguradora monitora e gera informação sobre a saúde financeira dos seus clientes e define um limite máximo a ser operado, auxiliando assim na tomada de decisão e garantindo um alto nível de autonomia na concessão do crédito.

Fluxo de caixa:
Em caso de inadimplência, o segurado tem um prazo para comunicar a seguradora, podendo este até ser prorrogado, mantendo assim um relacionamento comercial com seu cliente. Após isso, a seguradora assume a cobrança por mais um período contratual. Em caso de recebimento, ela repassa 100% ao credor. Caso não receba, a seguradora desconta a franquia e indeniza o recebível ao credor, ficando com o título de cobrança cedido a ela.

Redução de despesas:
Como a seguradora passa a fazer a cobrança junto ao devedor, o segurado/credor pode rever a sua área anteriormente responsável por essa tarefa, não só no que tange a pessoas como também às despesas jurídicas (que passa a ser da seguradora) e quanto à contratação de bureaus de crédito (uma vez que irá receber o monitoramento pela seguradora).

Planejamento comercial:
- aumenta as oportunidades de negócio, podendo conceder mais crédito ou prazo ao cliente;
- mais segurança ao crédito concedido;
- possibilita expansão para mercados ou clientes desconhecidos;
- auxilia ainda mais no mercado externo, pela monitoração e cobrança destes clientes no exterior, além de cobrir riscos políticos e de guerra;

Planejamento financeiro:
- Aumenta a solidez junto a instituições financeiras, possibilitando melhores taxas no desconto dos recebíveis, uma vez que estão segurados;
- Libera capital de giro da PDD (provisão de devedores duvidosos);
- Para fins de imposto de renda, o custo do seguro pode ser considerado como despesa operacional;

As principais, mas não únicas, seguradoras do mercado hoje são a Euler Hermes (grupo Allianz), a Coface e a AIG.

Saiba mais também sobre esta ferramenta de gestão nesta matéria da CredRisk, que destaca a importância deste planejamento no nosso cenário atual.

Deixe abaixo suas dúvidas e comentários, colaborando assim para o nosso Mundo Mais Seguro.

terça-feira, 4 de maio de 2021

RESPONSABILIDADE


Vários de nós, desde pequenos, ouvimos nossos pais dizerem que precisamos ser responsáveis.


Quando crescemos, descobrimos que essa responsabilidade vai além daquele conceito passado por eles, que existe um código civil que de fato nos imputa responsabilidades perante a sociedade.


No intuito de garantir ao outro (terceiro) que essa responsabilidade será assumida, reparando prejuízos materiais, pessoais e morais, existem os seguros de Responsabilidade Civil.


Os custos desta responsabilidade pode ultrapassar em muito a capacidade de pagamento de muitos, sem considerar o fato de que esta demanda pode ocorrer em um momento em que você não tenha a disponibilidade imediata deste recurso para arcar com eventual condenação ou que não queira abrir mão do seu patrimônio para isso.


Assim, foram criados pelas seguradoras diversos tipos de seguros de responsabilidade civil (RC), alguns específicos e outros embutidos em contratos mais amplos, sendo esta uma garantia adicional. Vou citar abaixo alguns dos mais comuns, alguns bem conhecidos pela população em geral, outros nem tanto:


  • Nos meios de locomoção e transporte:
    • Nos veículos, temos as chamadas garantias de RCF (Resp. Civil Facultativa) - danos materiais, pessoais ou morais causados a terceiros, muito utilizado e bem conhecido;
    • Nas embarcações, temos semelhante cobertura com a garantia adicional de RC Abalroação e RC P&I (Proteção e Indenização);
    • Nas aeronaves, o mesmo com a garantia RETA (Resp. Explorador e Transportador Aéreo);
  • No transporte, as mercadorias estão seguradas através de vários seguros:
    • RCTR-C (Resp. Civil Transportador Rodoviário de Cargas) - danos causados à mercadoria sob responsabilidade do transportador;
    • RCT-VI (idem acima, quando em viagens internacionais);
    • RCTA-C (quando por transportador aéreo de cargas);
    • RCF-DC (Resp. Civil Facultativa - Desaparecimento de Carga);
    • RR (Riscos Rodoviários) - quando é contratado pelo embarcador da mercadoria, por transporte próprio ou não;
  • Para as empresas, os riscos são ainda mais diversos e específicos:
    • Responsabilidade Civil Empresarial - exemplos: mercadoria ou prateleira que caia sobre um cliente, cliente que caia em um piso escorregadio;
    • RC Produtos - danos causados a terceiros pelos produtos industrializados - muito usado para gêneros alimentícios e/ou perecíveis;
    • RC Empregador - cobre os danos sofridos pelos empregados, no trabalho ou no trajeto de ida e volta dos mesmos;
    • D&O - responsabilidade civil pelas tomadas de decisão dos seus gestores, dando assim independência para que o patrimônio do gestor não seja colocado em risco em conjunto com aquela decisão empresarial;
    • RC Eventos - cobre os danos causados aos participantes de uma convenção, uma exposição ou um show, por exemplo, em causas de responsabilidade do seu organizador, desde a montagem à execução e desmontagem;
    • RC Riscos Ambientais - cobre os danos causados ao meio ambiente;
    • RC Riscos Cibernéticos - ainda mais necessário com a nova LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), cobre os danos causados por ataques cibernéticos e vazamento de dados;
  • Para profissionais autônomos, um seguro cada vez mais conhecido e necessário é o de RC Profissional ou o E&O, que cobre os danos causados por falhas profissionais;
  • Nos seguros residenciais, normalmente temos a garantia de RC Familiar (danos causados a alguém por algo que caiu da janela, pela calçada danificada, pelo cachorro são exemplos comuns);

E assim poderíamos continuar enumerando uma série de tipos de seguros de responsabilidade civil. Dá pra imaginar a infinidade de necessidades e tipos de seguros e coberturas para ampará-las.

Considere que você faça uma simples compra pela internet de um suplemento vitamínico importado. Só olhando pelas responsabilidades, esta compra pode ter disparado a necessidade e a contratação de vários destes seguros: E&O do químico responsável pela fórmula; RC Produtos, RC Empregador e D&O pelo fabricante; os seguros dos transportadores (veículo, embarcação, aeronave e os de transporte); RC Ambiental de onde os meios de transporte foram abastecidos; RC Riscos Cibernéticos da sua compra pela internet feito pelos envolvidos (site de compras, fabricante e distribuidor) e assim envolve toda a cadeia.

Você conhece todos os riscos que você ou sua empresa oferecem ? Sabe como mitigá-los ou como se proteger deles ? Sabe que tipos de seguros são indicados e os benefícios necessários para amparar essa sua necessidade ?

Para isso existem os gestores de risco, consultores e corretores de seguros. Conte com o conhecimento e experiência deles para se proteger.

Tem alguma dúvida ou conhecimento que gostaria de compartilhar ? Deixe abaixo o seu comentário. Participe e contribua para o nosso Mundo Mais Seguro.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Setor de Saúde e suas modernizações


Um dos setores que mais ganharam relevância durante esta pandemia, por obviedade, foi o de saúde.

E o setor respondeu agilmente, seja pela produção de vacinas a uma velocidade nunca antes vista, seja pelo atendimento prestado pelas redes públicas e privadas, com desenvolvimento e compartilhamento de protocolos de tratamento.

Mas não foi apenas isso. Tivemos de fato inovações que foram aceleradas pela nova situação imposta pela pandemia, que nos exigia o isolamento social, quando possível. Duas que gostaria de destacar são o delivery de saúde prestado pela startup Beep e o avanço da telemedicina.

Uma das coisas que mais fizemos nessa pandemia foi solicitar entregas por delivery. As mais comuns foram as nossas compras no mercado e nossas refeições.

Outro fato também observado na pandemia foi que as pessoas, com receio da Covid, deixaram de ir a hospitais, laboratórios e médicos para se prevenir, diagnosticar ou tratar outras doenças.

A startup Beep trouxe uma alternativa: o delivery de saúde. O foco principal da Beep é trazer vacinas e exames para a casa do cliente, oferecendo uma experiência e preços diferenciados em relação aos agendamentos de coleta domiciliar em laboratórios tradicionais.

O outro tópico que vamos abordar também foi muito acelerado com a pandemia. Nossa comunicação por meios digitais (tele e vídeo conferências) aumentou significativamente e nessa mesma direção a telemedicina foi acelerada e aprimorada, auxiliando novamente a atender à demanda das pessoas que não desejavam sair para uma consulta, por exemplo.

O avanço da telemedicina também se deu não só pelo aumento da sua demanda e pela oferta de melhores serviços de vídeo conferência, mas também pelo maior uso da inteligência artificial para melhor identificar diagnósticos e urgências.

E a telemedicina não se restringe apenas às teleconsultas e emissão de laudos à distância, mas também enfoca a teleassistência (bem estar do paciente) e a teleducação (capacitação de profissionais).

O grande ganho é a acessibilidade, tanto pelo alcance geográfico quanto pela possibilidade de contato com especialistas, com um custo muito menor. Entendo que o receio de que esse seja o padrão, onde não teríamos mais contato presencial com o médico, seja infundado. Começa-se na plataforma, mas com certeza, caso haja necessidade, por agravamento ou complexidade, irá avançar para o presencial. Torna-se assim, um complemento.

Várias startups de saúde estão vindo a reboque destas demandas do mercado, da nova regulamentação e das grandes oportunidades, por consequência.

Como comercial que sou, não poderia finalizar este artigo sem antes ampliar o escopo desta discussão do produto também para a distribuição do seguro, e trago hoje o exemplo da Wiz Soluções em parceria com a Abracaf (Associação dos Concessionários Fiat), que entre os produtos que visa distribuir, está o seguro saúde, o exemplo da 88i, que tem em seu portfólio um produto específico de telemedicina, além de várias outras startups do setor.

Um novo modelo já está presente, com mais digitalização, conectividade, tecnologia e recursos. Precisamos nos adaptar, nos desenvolver, nos aprimorar para buscar novos caminhos e novos modelos, seja no desenvolvimento do produto, na comercialização do mesmo e na experiência do cliente. Estejamos atentos.

Participe desta conversa. Deixe abaixo seu comentário e enriqueça a comunidade também com seus conhecimentos. Abraços e até a próxima semana !!!

quinta-feira, 8 de abril de 2021

OPEN INSURANCE E INSURTECHS


O Open Insurance Brasil já é uma realidade. Você sabe o que é e como vai impactar o mercado ?


É um ganho expressivo aos consumidores, que passarão a ter acesso a ofertas mais assertivas e uma melhor experiência na jornada de seguros, mas isso demanda uma grande adaptação do setor.


A previsão é que as seguradoras é que terão acesso às informações integrais dos clientes e assim serão as maiores impactadas. O mercado deverá prover produtos mais adequados à realidade específica de cada cliente, mas precisa se transformar, se aprimorar e se digitalizar mais para isso.


Praticamente todas as seguradoras estão olhando para essa necessidade, conforme modelos e exemplos abaixo:

1. desenvolvendo parcerias/projetos de inovação: Grupo MAG em parceira com a PUC Rio;

2. montando plataforma para desenvolvimento de insurtechs: HDI Seguros em união com a Distrito

3. adquirindo insurtechs: XP Inc. em 2019;

4. sendo a insurtech uma seguradora em si (aproveitando as novas regulamentações e o sandobox de seguros): 88i Seguradora Digital


Quer saber mais ? Que tal participar do Insurtech Brasil 2021 ? insurtechbrasil.co


Vamos conversar mais sobre essa grande mudança. Deixe abaixo seus comentários.

quinta-feira, 1 de abril de 2021




O jornal Valor Econômico fez a matéria acima no dia 25/03 sobre o mercado de seguros e resseguros, a qual foi bem resumida neste artigo. Coincidência eu não, fiz no mesmo dia também algumas reflexões sobre o mercado aqui no meu blog e também no Linkedin.

O mercado está acelerando bastante, seja por cada vez mais estar inserido e utilizando os meios digitais, como abordado nesta matéria com a Fator Seguradora, pelas oportunidades geradas com o open banking, como aqui descritas, pelas parcerias, como neste exemplo com financeiras como o Banco Inter, Banco BMG e C6 Bank, ou pelos temas de grande relevância que se envolve, como por exemplo nos riscos climáticos aqui descritos, onde bem atuam seguradoras como a AllianzNEWESancor e Tokio Marine.

Para podermos nos preparar para esta nova fase precisamos estar abertos ao aprendizado contínuo, como o oferecido aqui pela Swiss RE.

Você também conhece sobre este mercado ? Compartilhe aqui conosco.
Quer saber mais ? Deixe suas perguntas.
A intenção deste blog é disseminar cultura e conhecimento sobre o setor e tornar assim o nosso Mundo Mais Seguro. Participe !!!

quinta-feira, 25 de março de 2021

O setor de Seguros

Vou iniciar este meu blog apresentando o setor de seguros, o qual pretendo discutir com vocês ao longo desta jornada para aprendermos juntos.

O setor tem uma relevância significativa para a economia e para a sociedade como um todo. pela sua capacidade de reparação de danos, pela mitigação de riscos que oferece, pelo amparo ao medo da perda e pela compensação da mesma.

A definição do setor e da ferramenta do seguro em si é muito bem abordada nesta publicação, mas vou discorrer também um pouco por aqui, usando várias matérias de apoio.

É um setor fortemente regulado, sendo portanto bastante confiável a seus consumidores, mas ainda temos uma forte necessidade de desenvolvimento desta cultura do seguro no país.

Neste ano de pandemia que passamos, o seguro passou a ser mais valorizado, tendo sido um dos únicos 4 setores que fecharam com crescimento em 2020 e tendo mais do que duplicado o seu tamanho nos últimos 10 anos

Por outro lado, fazendo um comparativo global, vemos um setor cuja participação no PIB nacional foi de 3,8% em 2019, enquanto em mercados mais maduros temos percentuais de 9,6% no Reino Unido, 8,9% na França e 7,1% nos EUA, por exemplo.

Temos assim um potencial de crescimento enorme (veja por exemplo a expectativa e o que já vem sendo feito na XP), com uma base bastante sólida, um mercado de corretores se requalificando continuamente, com ferramentas diferenciadas, capacidade de inovação, com grandes oportunidades de nichos sendo explorados, novos produtos sendo criados (inclusive para mercados sustentáveis e para o agrosetor), parcerias sendo estabelecidas e oportunidades pós-pandemia reaparecendo.

Consegui te convencer da relevância e oportunidade do setor ? Veja cada uma das matérias nos links acima. Qual a sua opinião ? Deixe aqui seu comentário e vamos conversar um pouco mais.

Volto semana que vem com mais uma publicação no nosso MMS: Mundo Mais Seguro

Canais de Distribuição

  Quando você adquire um seguro, materialmente você tem apenas um papel com um contrato te garantindo que, caso algo previsto ali aconteça, ...